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22 julho 2010

David Mourão - Ferreira

                                                                     (1927 - 1996)





Poeta, ficcionista, ensaísta, crítico literário, dramaturgo, tradutor e professor universitário.

 
Depois de frequentar o Colégio Moderno, onde foi aluno de Álvaro Salema e colega de Mário Soares, licenciou-se em Filologia Românica, em 1951, com uma tese sobre Sá de Miranda, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, aí tendo tido como mestres Hernâni Cidade, Vitorino Nemésio, Jacinto do Prado Coelho, Maria de Lourdes Belchior e como colegas Sebastião da Gama e Lindley Cintra, entre outras personalidades da cultura portuguesa contemporânea de quem foi amigo e que muito o marcaram na sua formação pessoal e académica.

 
Data da infância o conhecimento de José Rodrigues Miguéis, que privou com seu pai, David Ferreira, e de 1956 o início da amizade com Natália Correia. A leitura dos autores do nosso modernismo e de franceses como Paul Valéry, Valery Larbaud, Marcel Proust e André Gide, bem como de Leo Spitzer, Ernst Curtius e Ernst Cassirer, parece ter sido outra componente decisiva no percurso literário de David Mourão-Ferreira, que recorrentemente os cita.


É ainda enquanto estudante que participa no MUD Juvenil, que trava conhecimento com José Régio, António Manuel Couto Viana e Fernanda Botelho, que como actor e como autor tem actividade no Teatro-Estúdio do Salitre, que publica os seus primeiros ensaios, designadamente nas revistas Seara Nova e Ocidente, que dirige as folhas de poesia Távola Redonda (1950) e que publica o seu primeiro volume de poesia, A Secreta Viagem.


Foi professor na Escola Comercial de Veiga Beirão e no Liceu de Pedro Nunes, ao mesmo tempo que continuava a publicar ensaios ou poemas naquelas e noutras revistas, como Árvore (1951), Tetracórnio (1951) ou Graal (1956), que com novos títulos começava a afirmar-se sobretudo como poeta e que participava de forma activa na vida literária portuguesa, através da intervenção crítica mais ou menos polémica ou da divulgação de poetas da sua geração e das gerações anteriores. Neste campo, escreveu inúmeros ensaios e proferiu numerosas palestras e deu ao Dicionário de Literatura (1960 e 1969-1971) dirigido por Jacinto do Prado Coelho valiosa e diversificada colaboração que vai de temas e autores clássicos aos seus contemporâneos.


Entre 1957 e 1963 foi assistente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde foi readmitido, como professor auxiliar, em 1970. Aí marcou várias gerações de estudantes na regência das cadeiras de Teoria da Literatura e de Literatura Portuguesa e numa prática da docência onde o tom às vezes retórico do discurso não inibia a capacidade de diálogo e parecia corresponder antes, na abordagem teórica da literatura e no gosto da sua partilha, à mesma exigência de rigor formal que punha na escrita, ao mesmo gosto de articular palavras e de as organizar em versos como quem nelas articula os seus mais antigos arquétipos culturais.


A par da actividade docente, que a partir de então só interromperia durante o exercício de funções governativas – como secretário de Estado da Cultura no VI Governo Provisório (1976) e nos I (1976-77) e IV (1979) Governos Constitucionais –, David Mourão-Ferreira desdobrou-se entre digressões por uma Europa onde ainda era possível localizar a sede das suas mais profundas e naturais referências culturais – de que se deve destacar uma espécie de necessário, reincidente regresso a Itália e à Grécia – e vários modos de intervenção pública.


O ano de 1969 marca o início do programa televisivo «Imagens da Poesia Europeia», infelizmente só em parte publicado na forma de livro, mas onde um sensível trabalho de tradutor não é componente menor do trabalho de divulgação e sensibilização para a poesia que desse modo empreende e que confirma a vocação comunicativa e a correcção pedagógica já anteriormente afirmadas no programa radiofónico «Música e Poesia» e em «Hospital das Letras», também da RTP, ambos em 1964.


Em 1969 foi publicada a tradução, em colaboração com Natália Correia, de Arte de Amar, de Ovídio, obra que também prefaciou. Foi então frequente a actividade de conferencista, contando-se Valery Larbaud, Teixeira Gomes, Vitorino Nemésio, Thomas Mann, Rainer Maria Rilke, Cecília Meireles, Fernando Pessoa e os poetas da Presença entre os autores que mais atentamente estudou, num gosto de intervir cultural e socialmente nem sempre pacífico para o cordato professor-poeta: subscreveu em 1966 o texto de apresentação da Antologia da Poesia Portuguesa Erótica e Satírica, organizada por Natália Correia, e, pouco antes de Abril de 1974, depôs a favor de Maria Teresa Horta no processo que lhe foi movido pela publicação das Novas Cartas Portuguesas.


No âmbito da actividade de divulgador, é justo realçar ainda a colaboração dada a Portugal, a Terra e o Homem: Antologia de Textos de Escritores do Século XX (de que foi responsável pelas 1ª., 2ª. e 3ª. séries do 2º. volume, 1979-81) e a orientação, preocupada com um grande sentido pedagógico, que a partir de 1984 deu ao Boletim Cultural do Serviço de Bibliotecas Itinerantes e Fixas da Fundação Calouste Gulbenkian, Serviço de que foi director a partir de 1981.


Em 1974-75 foi director do jornal A Capital e logo a seguir director-adjunto de O Dia, sob a direcção de Vitorino Nemésio; entre 1984 e 1986 foi presidente da Associação Portuguesa de Escritores, entre 1984 e 1992 foi vice-presidente da Association Internationale des Critiques Littéraires e, em 1991, presidente do Pen Club Português.


Os anos oitenta e noventa são de intensa actividade editorial e os que mais o premeiam: a As Quatro Estações foi em 1980 atribuído o Prémio da Crítica da Association Internationale des Critiques Littéraires; a Um Amor Feliz, que vai na décima segunda edição (em 1997), foram em 1986 atribuídos o Prémio de Narrativa do Pen Club Português, o Prémio D. Dinis, da Fundação da Casa de Mateus (ex-aequo com Mário de Carvalho), o Prémio de Ficção Município de Lisboa e o Grande Prémio de Romance da Associação Portuguesa de Escritores; em 1988, Nos Passos de Pessoa recebe o Prémio Jacinto do Prado Coelho, e a Obra Poética: 1948-1988 recebe o Grande Prémio Inasset de Poesia. Antes disso, já em 1954 tinha sido distinguido com o Prémio de Poesia Delfim Guimarães pelo livro Tempestade de Verão, em 1960 com o Prémio Ricardo Malheiros, da Academia das Ciências de Lisboa, por Gaivotas em Terra, e em 1972 com o Prémio Nacional de Poesia pelo Cancioneiro de Natal. Em 1976 foi distinguido no Brasil com a Grã Cruz da Ordem de Rio Branco. É já muito doente que em 1996 é condecorado pelo primeiro-ministro português com a Grã-Cruz de Santiago de Espada.


Quando em 1950 escreve A Secreta Viagem, é para a mesma reivindicação de autenticidade que é teorizada na Távola Redonda, e que se baseia na revalorização de um amplo conceito de lirismo, que David Mourão-Ferreira aponta, como caminho alternativo a certa imediatez da inspiração e ao impuro aproveitamento da poesia para fins sociais (cf. «Notícia sobre a Távola Redonda», in Estrada Larga, 3, Porto, s.d., p. 392), que eram a consequência lógica de toda a atitude estética do neo-realismo. Pratica então – e nunca mais o abandonará – um ideal de depuração que, sem o divorciar completamente do ser social que também não abdica de ser, dá consistência ao mistério poético não apenas como revelação mas como celebração. No que, embora por vozes diferentes, é o mesmo eco clássico de Sophia que em certo, assumido intimismo se faz ouvir, com a diferença, que simultaneamente os une e individualiza na História da Literatura, de que em David a consciência técnica dos procedimentos estilísticos é um dado e de que, mais reflexiva, mais dispersa e menos contemplativa do que inquieta, esta é uma poesia que frequentemente se interroga.
 
 
Não é pois de estranhar que ao poeta e ficcionista seja presente a aguda consciência crítica – ainda de reminiscências presencistas – que nos ensaios se faz teoria da literatura (e não terá sido ocasional o seu interesse pela Presença), nas novelas desencanto ou sarcasmo, nos poemas uma muitas vezes enternecida ironia, quando não auto-ironia, num trabalho que oscila entre o instintivo cuidado e a reflexão mais culta, mais elaborada. E tudo isto atravessa Um Amor Feliz como se o romance fosse para o A. a síntese de todo o seu labor. Perpassa nuns e noutros uma espécie de libelo com o tempo, nas primeiras obras apenas aflorado, em Os Ramos Os Remos e em Um Amor Feliz já confronto aberto, que é também confronto com o corpo e com a própria cadência dos versos enquanto corpos: Digo remos vejo sombra/ Chamo ramos ao que é vivo. Como quem com o amor, com o tempo e com a morte mantém um caso.


Lisboa, que também é objecto do seu estudo enquanto tema literário, designadamente em ensaios a propósito de Eça de Queirós e Gomes Leal (cf. Tópicos de Crítica e História Literária), numa antologia intitulada Saudades de Lisboa e nas novelas de Duas Histórias de Lisboa, contribuiu muito para certa divulgação popular da poesia de David, ao constituir-se como letra de fados, alguns cantados por Amália, popularidade para que também concorreu a adaptação cinematográfica de duas novelas do livro Gaivotas em Terra, «Agora o Fado Corrido» (realização de Jorge Brun do Canto) e «E aos Costumes Disse Nada» (este filme, de José Fonseca e Costa, tem o título «Sem Sombra de Pecado»), bem como de Um Amor Feliz a filme televisivo, em que, aliás, também participa como actor.


Ao publicar nos últimos anos de vida recolhas poéticas de inequívoca tematização do erotismo (O Corpo Iluminado e Música de Cama), David Mourão-Ferreira expôs-se, «entre o estuar dos sentidos e o desencanto do nada» (Urbano Tavares Rodrigues, «Don Juan e o donjuanismo: na literatura portuguesa», in Dicionário de Literatura dirigido por Jacinto do Prado Coelho, 1978), a análises injustamente redutoras da sua obra poética. E no entanto parece tão fácil reconhecer que, nessa escrita, ora lúdica, ora dramática, Das sílabas a espátula/ começa pouco a pouco/ a modelar-te em alma/ o que era apenas corpo/ [ ...] e O que era apenas alma/ volve-se agora corpo («Corpoema»), tão insignificante é do ponto de vista poético a diferença.

Um Monumento de Palavras (1996) é simultaneamente reconstituição de um percurso íntimo e testamento poético, numa curiosa cronologia sentimental e poética que, já elegíaca, mas lúcida, tranquilamente se enuncia e antologicamente se organiza em disco pela voz do Poeta.

Poucas vezes um escritor terá visto a sua morte tão publicamente anunciada, tão mediática, mas sinceramente, chorada.

                                in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998






 




David Mourão Ferreira



Bibliografia  

 
 

 

Podes ler aqui alguns excertos   de 
"Os Ramos Os Remos"       









Também podes consultar a bibliografia de David Mourão-Ferreira:












30 junho 2010

Poema em Imagens

"Pedra Filosofal "de António Gedeão



Autógrafo do poema "Pedra Filosofal "







Poema em Imagens


Realizado Pelo 10 º F













29 junho 2010

António Gedeão


(24 de Novembro de 1906 - 19 de Fevereiro de 1997)




Rómulo Vasco da Gama de Carvalho, também conhecido pelo pseudónimo literário de António Gedeão, foi poeta, professor e historiador da ciência portuguesa.



Licenciou-se no Porto em Ciências Físico-Químicas, exercendo depois a actividade de docente. Colaborou em revistas de divulgação de temas científicos, como a Revista “Gazeta de Física" da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; publicou diversos manuais escolares e muitos artigos e livros nas áreas de Ciência, Tecnologia e História.



Revelou-se como poeta em 1956, com a obra “Movimento Perpétuo”. A esta viriam juntar-se outras obras, como “Teatro do Mundo” (1958), “Máquina de Fogo” (1961), “Linhas de Força” (1967) entre outras.

Na sua poesia, reunida em “Poesias Completas” (1964), as fontes de inspiração são heterogéneas e equilibradas de modo original pelo autor que, alia o rigor científico ao sofrimento, à compreensão da solidão humana.


Em 1963 publicou a peça de teatro “RTX 78/24” (1963) e mais tarde a sua primeira obra de ficção, “A Poltrona e Outras Novelas” (1973).






"Os seus poemas lírico-didácticos, de constatação das coisas, de explicação dos fenómenos conseguem a fusão das duas atitudes habitualmente separadas; a sua viva inteligência, a sua palavra serena penetram a mecânica do mundo físico e criam os seus correlatos no jardim das ideias e das sensações. (...)




António Gedeão não perde de vista, na sua poesia de amplitude cósmica, o passado português, mas não comenta as proezas de príncipes e heróis: o seu sentido da história volta-o para o colectivo, para o povo e para as grandes mudanças operadas na natureza pelos homens. "






URBANO TAVERES RODRIGUES

in "António Gedeão: decifrador do mundo, alquimista do sonho"


(Discurso proferido na sessão plenária e pública da Academia das Ciências de 28 de Novembro de 1996 e publicado in Memórias da Academia das Ciências de Lisboa. Classe de Letras, Lisboa, t. 33 (1966-1997), p. 157-169).
 






"Um dos aspectos que mais marcam a poesia de António Gedeão é aquela espécie de serenidade primordial que a cada verso alisa as arestas do tempo. Que uma lisura a identifica.

António Gedeão escrevia como quem vai fazendo o diário compassado de uma perplexidade elementar, ou como quem tacteia o mundo e o interroga:




Entre mim e a Evidência
paira uma névoa cinzenta.
Uma forma de inocência,
Que apoquenta.
[…………………………]"




TERESA ARSÉNIO NUNES
in "Por uma linha recta mais suposta que o areal e o mar"
 

 
 


 


Poemas seleccionados


 

 


 Amador sem coisa amada

Resolvi andar na rua

com os olhos postos no chão.
Quem me quiser que me chame
ou que me toque com a mão.

Quando a angústia embaciar
de tédio os olhos vidrados,
olharei para os prédios altos,
para as telhas dos telhados.

Amador sem coisa amada,
aprendiz colegial.
Sou amador da existência,
não chego a profissional.






 







 Gota de Água

Eu, quando choro,
não choro eu.
Chora aquilo que nos homens
em todo o tempo sofreu.
As lágrimas são as minhas
mas o choro não é meu.













 POEMA DO ADEUS

Exigem novas leis que os olhos não se alegrem

quando as folhas das árvores lhes acenam;
quando o lagarto ao Sol o erótico pescoço,
erecto e circulante
como um radar,
transforma as ondas mansas
em lúbricas tensões.
Não mais murmúrios de águas nem aromas de pinhos
que os ouvidos antigos recolhiam
e os narizes hauriam sequiosos
como exaustores de fumos;
não mais abrir os olhos e fechá-los
sob a língua da luz lambendo morna
o convexo das pálpebras;
não mais levitação do corpo no silêncio,
o porte da doninha na iminência
do que nunca acontece.
Pois que sejam meus olhos que ao fecharem-se
levem consigo a imagem derradeira
da fragrância poética do mundo;
que em meu rosto bafeje o último hálito
das magas transparências inventadas;
que nele roce a última das aves,
de benévolas asas estendidas
que em construídos céus nos redimiram
da frágil condição de ser humano;
que as últimas mensagens
dos emissores piratas, clandestinos algures
no fundo dos cristais,
no pistilo das flores,
nas escamas dos peixes,
encontrem meus ouvidos.

Que a terra me seja leve.

 










 


Pedra Filosofal



Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e ouro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.


Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.


Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.


in "Movimento Perpétuo", 1956




Pedra Filosofal, canção interpretada por Manuel Freire.









ACTIVIDADE

1. António Gedeão era poeta, Rómulo de Carvalho era _______________________.
2. António Gedeão era o nome de Rómulo de Carvalho enquanto ______________.
3. Apelido do pseudónimo literário de Rómulo de Carvalho.
4. A exposição na Biblioteca Nacional sobre Rómulo de Carvalho / António Gedeão intitulou-se “____________________ é o meu nome”.
5. Nasceu em 1906, foi professor e impulsionador da Física e investigador da História da Ciência.
6. Em 1983, Gedeão publica “_____________________ Póstumos”.
7. O poema mais célebre de Gedeão será talvez “ __________________" (segunda palavra).
8. Rómulo de Carvalho foi professor no Liceu ________________________ Nunes.
9. Aos onze anos, Rómulo escreveu uma continuação dos ___________________.
10. A disciplina que Rómulo de Carvalho leccionava era _____________________.
11. Rómulo de Carvalho era casado com a escritora _________________ (segunda palavra).
12. O cantor que mais divulgou Gedeão foi _________________________ (segunda palavra).
13. Outro dos poemas mais conhecidos de Gedeão intitula-se “_____________ de Carriche”.
14. Título de outro dos mais famosos poemas de António Gedeão.
15. Um dos livros escritos por Rómulo de Carvalho para a colecção “Ciência para gente nova” chamava-se "História da _____________________".
A meio, a coluna não numerada inclui o nome da disciplina em que estudas a poesia de A. Gedeão.




Actividade: Soluções







"Pedra Filosofal" - Poema Ilustrado









23 junho 2010

Poema em Imagens - "Cântico Negro" de José Régio




     "A actividade POEMAS ILUSTRADOS – As imagens e a criação poética – foi uma estratégia motivadora e aliciante proposta pela nossa professora e aplicada para introduzir o estudo da poesia portuguesa do século XX.



      À palavra escrita dos grandes poetas, associámos imagens e melodias e fomos produtores inventivos da leitura, actualização da palavra poética. "


                


            Quem somos?


                   Nós somos o 10º C




 



A produção deste vídeo foi efectuada pela Ana Raquel e pelo Telmo, do 10C



Um olhar que sabe interpretar o que está para além da palavra visível...